Fator Chalita
setembro 30th, 2009 § 3 Comentários
Gabriel Chalita não incomada Serra, pessoalmente, pois é ridículo. Ao deixar o PSDB, rumo ao PSB, creio que poucos tucanos irão sentir falta dele. A não ser nas eleições. Foi o vereador mais votado da cidade de São Paulo, título que ainda esnobou dizendo que nem queria ter concorrido. Por isso, alguns petistas comemoram.
O ego-do-menino-afetado é tão grande que se achava com cacife de sair a Senador pelo PSDB paulista. Quebrou a cara. Na verdade, toda pessoa intelectualmente sensata, independente de cor partidária, sempre teve Chalita como motivo de chacota. Não só pelos seus 30-rídiculos-livrecos publicados, mas por sua arrogância desmotivada, seu catolicismo oportunista e o péssimo trabalho que fez a frente da Secretaria de Educação de São Paulo. Ao invés de tornar-se um Político, virou um politiqueiro que paga o preço que for para aparecer na frente da Rede Vida ou para publicar seus livros-de-auto-engano. Não por acaso, surgiram suspeitas que esse preço foi pago com recursos da Secretaria de Educação, de maneira indireta, porém óbvia.
Reconhece-se, no entanto, que seu jeito profético e populista de falar encanta os mais desavisados, indenpendente da classe social. Os petistas não querem o ex-tucano em seus quadros, mas, para esta eleição, é melhor que não esteja com o número 45 na legenda. Claro que este cálculo deve ser feito imaginado Chalita como deputado federal e não como Senador, conforme sonhava.
Ao perder a eleição ano que vem, Chalita poderá lançar um novo livro. O título tem que começar com “ética” ou conter a palavra “mandamentos”. Alguma sugestão?
Tenho que certeza que tive amigos que foram alunos dele da PUC-SP. Se era ele mesmo, chega a ser patético, muito fraco mesmo, não faz falta alguma…
Tenho quase certeza que tive amigos que foram alunos dele na PUC-SP. Se era ele mesmo, chega a ser patético, muito fraco mesmo, não faz falta alguma…(corrigindo os erros de digitação anteriores)…
Era ele mesmo. E professor da PUC – nao sei como! Mas o desastre como gestor público tem efeitos muito maiores do que como professor em uma matéria – que deve ser ética! Ironias..